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É oficial: Coimbra é a cidade portuguesa onde se fala melhor inglês

Foi esta a conclusão do estudo com base na análise de cerca de 113 países e regiões de todo o mundo. Lisboa e Porto ficaram fora do pódio.
Estes são os resultados do estudo.

Já sabemos qual é a cidade portuguesa onde se fala melhor inglês e não é nem Lisboa, nem o Porto. Falamos de um ranking do relatório EF English Proficiency Index, que analisa os dados e determina as regiões e países onde melhor se fala a língua “universal”. Este ano, Coimbra ficou em primeiro lugar com 636 pontos.

O estudo analisou mais de 2,2 milhões de pessoas em cerca de 113 países e regiões. O segundo lugar do pódio foi para a cidade de Braga, com 625 pontos. Em último lugar ficou Guimarães com 623 pontos. Esta é a primeira vez, desde o início da publicação do estudo, que Lisboa e Porto não fazem parte dos primeiros lugares.

Anos antes da pandemia, a capital portuguesa estava sempre no topo da lista. Em 2023, perdeu 18 pontos e garantiu o sexto lugar. Relativamente ao Porto, que conquistou o primeiro lugar entre 2019 a 2021, agora, está em quarto lugar. Ao analisarmos o panorama mundial, pode concluir-se que Coimbra está equiparada às melhores capitais do mundo, como Amesterdão, com 646 pontos, Viena com 640 e ainda Copenhaga, com 639 pontos.

Em Portugal e noutros países europeus, os homens tendem a melhorar o nível de inglês e a diferença tem aumentado ao longo dos anos. Os números das mulheres desceram cerca de 600 pontos, algo que já não acontecia desde 2019. No que toca às faixas etárias, Portugal apresenta números positivos junto dos jovens, entre os 18 e os 20 anos. Ainda assim, a nível mundial, essa faixa etária e os adultos com idade superior aos 41 anos têm pior nota.

Relativamente aos dados mundiais, os Países Baixos, Singapura e Áustria dominaram o pódio dos países que melhor falam inglês. Esta é a quarta vez consecutiva que os neerlandeses estão em primeiro lugar. No sul da Europa, a Grécia ficou no 12.º lugar, Itália e Espanha em 35.º e França, na 43.ª posição. Do lado oposto, os piores números registaram-se na República Democrática do Congo, Tajiquistão e Lémen.

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