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Há uma nova exposição no Centro de Arte Contemporânea de Coimbra

Tratam-se de “obras que oscilam entre a abstração e a geometria". Estreia sexta-feira, 14 de julho, e dura até 22 de outubro.
Chama-se "Linha Móbil".

Começou por ser “Corpo e Matéria”, passou pelo “Fluxo e Metamorfose”, andou pela “Tensão e Narrativa” antes de “Chegar à Boca da Noite” a pensar “Que te seja leve o peso das estrelas”. Já fez “Pose” e, agora, é a “Linha Móbil”.

O Centro de Arte Contemporânea de Coimbra (CACC) estreia esta sexta-feira, 14 de julho, às 18 horas a sua nova exposição. Com a curadoria de José Maçãs de Carvalho, “Linha Móbil” reúne obras de Ângelo de Sousa, Daniel Blaufuks, Helena Almeida, Jorge Molder, Jorge Queiróz, José Loureiro, José Lourenço, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Nadir Afonso, Paulo Catrica, Paulo Nozolino, Pedro Calapez, Roland Fischer e Rui Sanches.

Com esta nova mostra, o CACC continua a sua missão de acolher obras de coleções privadas para colocá-las em diálogo com a Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) e com a coleção do município de Coimbra, desta vez, usando peças da Coleção Isabel e Carlos, sediada em Coimbra.

“A nova exposição do CACC apresenta obras marcadas por uma atmosfera geométrica na qual a linha é determinante para unir o ponto de saída e o momento de chegada que substancia o ato criativo”, explicou o curador José Maçãs de Carvalho, adiantando tratar-se de “obras que oscilam entre a abstração e a geometria, ora com figurações de segundo plano, ténues ou em progresso, ora determinadas por linhas de primeiro plano”.

Inspirado por um poema de Álvaro de Campos para o título da exposição, José Maçãs de Carvalho acrescenta que o título “reflete sobre a viagem enquanto processo angustiante (“…nunca perco…a sensação de arrepio…”) para dentro de um lugar que pode ser o plano de representação e em última análise a obra de arte”. “A linha móbil é, porventura, o movimento criativo, mas também aquilo que instiga e motiva”, diz o curador.

A exposição “Linha Móbil” pode ser vista até ao dia 22 de outubro, no horário habitual do Centro de Arte Contemporânea de Coimbra: de terça a sexta-feira, das 10 horas às 18 horas; ao sábado e ao domingo, das 10 às 13 horas e das 14 às 18 horas. Encerra à segunda-feira e feriados.

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