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Vem aí a Feira do Pão em Penacova (e até pode aprender a fazer carcaças)

Além do evento, há várias atividades como oficinas e visitas ao Museu do Moinho Vitorino Nemésio. A entrada é livre.
É a primeira edição.

É sabido que o pão é a base de qualquer alimentação, particularmente da tradicional portuguesa. É um dos poucos ingredientes que nunca pode faltar em casa, quer seja para acompanhar qualquer prato recheado de molho e ou para um pequeno-almoço rápido. A história é antiga, com mais de seis mil anos, quando os egípcios descobriram a fermentação do trigo, por mero acaso. Nessa altura, o pão era considerado um símbolo de poder e de luxúria.

Até aos dias de hoje, a receita já sofreu diversas alterações e há várias formas de fazê-la. Durante a pandemia, muitas famílias aproveitaram os confinamentos para fazer pão com a ajuda dos robots de cozinha ou manualmente. Pois bem, poderá aprender tudo isto, na próxima edição da Feira do Pão em Penacova, que irá decorrer no dia 17 de abril, além de todas as atividades previstas.

Sob o mote “Moer o grão para cozer o pão”, a autarquia divulga uma série de oficinas para que os visitantes tenham a oportunidade de aprender o processo de fazer pão nos moinhos de Gavinhos, da Portela de Oliveira, da serra da Atalhada e no lagar do Pisão, em Lorvão. Todas as propostas estão abertas ao público e são de entrada gratuita. O objetivo é promover os moinhos e a sua tradição.

No próximo dia 7 de abril, a partir das 10 horas, terá a possibilidade de visitar o “moinho de vento, amassar a farinha e colocar o pão no forno de lenha”, em Gavinhos, salienta a autarquia. Nos restantes dias, de 8 a 16 de abril, as oficinas são dedicadas aos mais pequenos. Ainda nesse dia, a Feira do Pão abre as portas, pela primeira vez, uma iniciativa que junta padarias e pastelaria, que ainda preservem o hábito de cozer pão no forno a lenha.

No dia 6 de abril, está prevista a estreia de um novo espaço dedicado à batalha do Buçaco, no Museu do Moinho Vitorino Nemésio na serra da Portela de Oliveira. “Faz parte do projeto dos Itinerários Napoleónicos, com o recurso às novas tecnologias da realidade virtual, permite ao visitante testemunhar alguns dos acontecimentos da batalha do Buçaco”, explica o município.

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